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A maior fraude da história РNehemias Gueiros Jr

“Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma na√ß√£o e n√£o me importarei com quem redige as leis.” – Mayer Amschel (Bauer) Rothschild

Todo aquele que controla o volume de dinheiro de qualquer pa√≠s √© o senhor absoluto de toda a ind√ļstria e com√©rcio, e quando percebemos que a totalidade do sistema √© facilmente controlada, de uma forma ou de outra, por um punhado de gente poderosa no topo, n√£o precisaremos que nos expliquem como se originam os per√≠odos de infla√ß√£o e depress√£o.”

James Garfield, presidente americano, 1881.

Poucas semanas ap√≥s proferir estas palavras (da segunda cita√ß√£o), dirigidas aos moneychangers, o presidente Garfield foi assassinado. E n√£o foi o √ļnico presidente norte-americano morto por eles, como veremos adiante. Para podermos entender melhor quem s√£o os moneychangers (ou argent√°rios), √© necess√°rio retornar no tempo at√© cerca de 200 A.C., quando pela primeira vez** tem-se registro da “usura”. Entre as v√°rias defini√ß√Ķes do Aur√©lio para usura encontramos juro exorbitante, exagerado, lucro exagerado, mesquinharia.

Dois imperadores romanos foram assassinados por terem pretendido implantar leis de reforma limitando a propriedade privada de terras ao m√°ximo de 500 acres e liberando a cunhagem de moedas, que era feita pelos especuladores. Em 48 A.C., J√ļlio C√©sar recuperou o poder de emitir moeda, tornando-o dispon√≠vel para qualquer um que possu√≠sse ouro ou prata. Tamb√©m acabou assassinado. Em seguida, as pessoas comuns perderam suas casas e seus bens, da mesma forma como temos assistido acontecer na crise americana das hipotecas.

Na √©poca de Jesus, h√° dois mil anos, o Sanhedrin (a Suprema Corte da antiga Israel) controlava o povo atrav√©s da cobran√ßa de taxas representadas pelo pagamento de meio shekel. V√°rios historiadores estimam que os cofres dessa corte continham v√°rios milh√Ķes de d√≥lares em dinheiro de hoje. O povo judeu, totalmente oprimido e controlado pelo Sanhedrin, vivia escravizado pelos dogmas da religi√£o imposta por esses l√≠deres. Como todos sabemos, Jesus foi o primeiro a ousar desafiar esse poder e expor a conduta sacr√≠lega de Israel e tamb√©m acabou morto na cruz.

Nos s√©culos seguintes, os moneychangers continuaram a expandir a arte da usura em todos os segmentos da vida, criando expans√Ķes e contra√ß√Ķes financeiras, de gera√ß√£o em gera√ß√£o enfrentando monarcas e l√≠deres pol√≠ticos que queriam erradic√°-la. Sempre em v√£o. A cada bem-sucedida (e rara) tentativa de elimin√°-la, a usura voltava com mais for√ßa ainda, respaldada pela gan√Ęncia e o poder dos fortes e ricos contra os fracos e pobres. Na Idade M√©dia, o Vaticano proibiu a cobran√ßa de juros sobre os empr√©stimos, e com base nos ensinamentos e na doutrina eclesi√°stica de Arist√≥teles e S√£o Tom√°s de Aquino, afirmou que “o prop√≥sito do dinheiro √© servir √† sociedade e facilitar a troca de bens necess√°ria √† condu√ß√£o da vida.” De nada adiantou, eis que a pr√≥pria Igreja conspirava com o Estado para acumular dinheiro e poder atrav√©s dos s√©culos e controlar os oprimidos com os “castigos” e as “b√™n√ß√£os” do Todo Poderoso. Os argent√°rios usavam os juros para praticar a usura, que hoje √© consagrada por lei atrav√©s da pr√°tica banc√°ria. J√° naquela √©poca, v√°rios religiosos e te√≥logos condenavam a escraviza√ß√£o econ√īmica resultante da usura mas como podemos observar a situa√ß√£o mudou muito pouco nos √ļltimos 500 anos.

Na medida em que a usura foi se instalando em todas as camadas sociais, os moneychangers foram ficando cada vez mais ousados em suas manipula√ß√Ķes financeiras e foi assim que surgiu o famigerado conceito do fractional reserve lending, ou “empr√©stimo baseado em reserva fracional” ou “empr√©stimo sem cobertura ou lastro”. Embora de enunciado complexo, a pr√°tica √© muito simples. Significa emprestar mais dinheiro do que se tem em caixa e transformou-se na maior fraude de todos os tempos, principal respons√°vel pela vasta pobreza que assola o mundo at√© hoje e pela redu√ß√£o sistem√°tica do valor do dinheiro. A descri√ß√£o dos economistas sobre os chamados “ciclos econ√īmicos”, nada mais √© do que a identifica√ß√£o dos per√≠odos de expans√£o e retra√ß√£o determinados pelos bancos em todo o mundo, atrav√©s do fractional reserve lending. Eles simplesmente adotaram as regras do passado e continuaram a pratic√°-las at√© hoje.

A pr√°tica do “empr√©stimo sem lastro” continuou se expandindo antes mesmo do surgimento dos bancos, alimentada pelos ourives e mercadores de ouro e prata, que guardavam os metais nobres da popula√ß√£o em cust√≥dia para n√£o serem roubados. Logo esses negociantes ‚ÄĒ na realidade meros agiotas ‚ÄĒ perceberam que a maioria das pessoas morria e n√£o voltava para buscar seus bens, legando-os √† heran√ßa familiar. Foi quando come√ßaram a emprestar dinheiro a juros, geralmente em quantias muito superiores ao ouro e prata que possu√≠am guardados em cust√≥dia. O recibo da cust√≥dia foi provavelmente o primeiro embri√£o do dinheiro de papel que temos hoje, pois com ele, a pessoa podia adquirir mercadorias e bens no grande mercado. Com a cont√≠nua expans√£o desse neg√≥cio il√≠cito e usur√°rio, logo os moneychangers puderam abrir lojas espec√≠ficas para empr√©stimos, advindo da√≠ a origem dos bancos modernos.¬†

Fonte: https://www.facebook.com/portugal.nwo.maconica/

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