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Flautista William Henry Gates III (Bill Gates)

Diversas pessoas conhecem a história do Flautista de Hamelin, entretanto, o que nem todos sabem é que ela é baseada em acontecimentos reais. Assim, ao longo dos anos a história foi passando por algumas mudanças até se tornar um conto de fadas, criado especialmente para assustar crianças.

Talvez você não conheça essa história, então vamos lá: ela é ambientada em 1284, na cidade alemã de Hamelin, na Baixa Saxónia. Naquele período a cidade sofria com uma infestação de ratos e um flautista apareceu, vestindo um casaco colorido. Então ele se comprometeu a se livrar dos ratos, mediante a um pagamento.

O povo da cidade concordou em fazer o pagamento, assim o flautista utilizou sua música para levar os animais embora. Mas, as pessoas lhe negaram o pagamento da recompensa prometida, deixando o homem furioso, fazendo-o sair jurando vingança.

No dia 26 de Julho daquele ano, o flautista retornou e dessa vez levou filhos dos moradores, assim como havia feito anteriormente com os ratos. Entretanto, uma ou três crianças, de acordo com as diferentes versões, foram deixadas para trás. Uma era surda e não ouvia a música, outra era cega e não via para onde eles iam e a outra era manca e não conseguia acompanhar.

Imagem: Mary Evans Picture Library

Um pouco mais sobre o Flautista de Hamelin

O registo histórico mais antigo desse conto é do ano 1300. Assim, havia sido retratado em um vitral de uma igreja daquela cidade. Mas, acabou sendo destruído em 1660, sobrando apenas relatos escritos. Desse modo, o mais antigo deles é o manuscrito de Lueneburg, entre 1440 e 1450, que diz:

“No ano de 1284, no dia dos santos João e Paulo, em 26 de Junho, por um flautista, vestido em muitos tipos de cores, 130 crianças nascidas em Hamelin foram seduzidas e perdidas no local de execução perto do koppen”.

Atualmente a rua onde as crianças teriam sido vistas pela última vez agora é chamada Bungelosenstrasse, na tradução, Rua Sem Bateria. Ela leva esse nome por que é proibido tocar música ou dançar nessa via.

Além disso, existem relatos de que os ratos não estavam na história original e foram acrescentados no século XVI. Assim, o vitral seria uma comprovação, já que não falava sobre a praga.

O desaparecimento das crianças

Existem diversas teorias que tentam explicar o desaparecimento das crianças de Hamelin. Assim, uma delas conta que foram a óbito devido a causas naturais e que o flautista seria a personificação da morte. Associando os ratos à Peste Negra, sugere-se que tenham morrido vítimas dessa praga.

Esta é a imagem mais antiga conhecida do Flautista, copiada da janela de vidro da Igreja do Mercado em Hamelin, na Alemanha. (Fonte: Wikimedia)

Entretanto, a Peste Negra teve seu auge durante 1348 e 1350 na Europa, ou seja, mais de meio século após o evento de Hamelin. Outra teoria diz que as crianças foram mandadas embora de casa por seus pais, que viviam em situação de extrema pobreza.

Uma das teoria mais sombrias indica que o Flautista de Hamelin era na verdade um pedófilo que invadiu a cidade com o objectivo de sequestrar as crianças enquanto dormiam.

De facto, há registos históricos que sugerem ser verdadeiro o conto do Flautista de Hamelin. Assim, podemos pensar, o que há de verdade em outros contos de fadas?

Será que actualmente estamos perante mais um Flautista?

Este de nome William Henry Gates III, mais conhecido por Bill Gates?

Se analisarmos bem, a história repete-se e desta feita com a humanidade inteira. 

Este flautista estará a tentar guiar-nos desta feita através de uma vacina que nos irá alterar o DNA e através de um microchip nos levará a fazer de nós “escravos/ratos” tirando-nos a liberdade e nos “executarem/afogarem” onde e quando eles bem entenderem. E prepara-se tal como o outro para na segunda vaga levar os nossos filhos.

Este flautista personaliza não só a morte como o próprio Satanás, pois até já patenteou a marca da Besta como bem podem ver aqui. (Patente 666).

Vão deixar que a história se repita e com muito mais gravidade?

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