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O lado oculto da Cerimónia de Abertura dos Jogos Olímpicos de 2012

Muita gente achou sombria, e até meio macabra, a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Realmente, pareceu não ter muito sentido.

Mas depois que a gente desvenda as simbologias, tudo fica mais claro.

Ou menos claro ainda?

Vejamos algumas dessas simbologias:

Deixem as Crianças em Paz
Uma sequência importante da cerimónia foi a homenagem ao Serviço Nacional de Saúde (NHS) e ao Great Ormond Street Hospital (GOSH). O conjunto combinado de crianças doentes em leitos hospitalares com personagens da literatura infantil inglesa teve um tom muito estranho e sombrio desde o início, quando começou com o tema de “O Exorcista”, que é, no caso de você não saber, um filme sobre uma criança possuída pelo demônio. Escolha estranha.
 
A sequência começa com crianças em leitos hospitalares que são colocadas para dormir por enfermeiras. Então J.K. Rowling aparece e lê uma citação de Peter Pan aludindo à Terra do Nunca, que se torna real nos “dois minutos antes de ir dormir”.
Eu não posso dizer se isso foi feito de propósito, mas muitos elementos desse conjunto, principalmente a mistura de crianças vulneráveis em um hospital com contos de fadas e o conceito de borrar as linhas entre a realidade e ficção, estão todos associados com a programação de controle mental.
Como o Mágico de Oz e Alice do País das Maravilhas, a história de Peter Pan é muito utilizada na programação de controle mental, em que vítimas são orientadas a fugir para “Terra do Nunca”, enquanto induzidas à dissociação da realidade.
 
A criança lendo Peter Pan. Na página, vemos um Capitão Gancho assustador de pé ao lado … um garoto amarrado à cama?
De acordo com Franz Springmeier, a programação Monarca usa uma técnica chamada de “Programação Peter Pan“, em que o Capitão Gancho representa o manipulador.
 
Depois da aparição de J.K. Rowling, hordas de vampiros e vilões da literatura inglesa entram no palco, correndo atrás das crianças e as assustando bastante.
 
Como se sob o encanto desta figura gigantesca de Lord Voldemort, esta jovem  paira com sua cama bem alto acima do chão. Será que isso representa dissociação gerada pelo trauma intenso?
 
Enquanto os personagens malvados correm atrás das crianças, as enfermeiras ficam completamente imóveis e impotentes como se estivessem declarando “os profissionais de saúde não podem fazer nada quando o controle mental  da elite está acontecendo a portas fechadas”.
 
Por sorte, um monte de Mary Poppins descem e afugentam os personagens assustadores. Então, um bebé gigante e bem assustador aparece no palco.
 
É só eu que acho ou o bebé gigante tem um “corte” grande na testa – representando que seu cérebro foi extraído (controle mental)?
 
A combinação estranha de crianças em um hospital e contos de fadas poderia ter sido uma maneira inteligente de combinar dois aspectos importantes da cultura britânica.
Logo antes do Desfile das Nações, a cerimónia apresentou um segmento sombrio que confundiu e perturbou mais do que alguns espectadores. Supostamente dedicado às vítimas dos atentados de 7/7 de Londres, ele teve a sensação de ter sido um ritual escuro. Além disso, mais uma vez, vemos uma criança inocente que está sendo “predada” por forças das trevas.
Apesar do facto de o hino cristão “Abide With Me” estar tocando no fundo, a apresentação teve uma sensação estranha, como se estivéssemos a assistir algum tipo de sacrifício oculto de crianças.
 
A cena começa com um grupo de artistas dançando febrilmente sob uma bola gigante laranja parecida com o astro dom. Em seguida, um menino aparece, um pouco perdido e confuso. Um dos dançarinos aproxima-se do garoto e parece tomar algo precioso dele.
 
O dançarino tira do menino uma bola imaginária, que pode representar sua força de vida ou talvez sua alma.
 
Uma vez que o dançarino leva a alma da criança, ele zomba do garoto e leva sua alma para longe dele. O menino tenta trazê-la de volta, mas não adianta, ele não pode fazer nada. Aparentemente, cansado e resignado, o menino abraça o dançarino que roubou sua alma.
 
Os menino abraça o homem que o perseguia e é finalmente integrado ao “lado negro”.
 
No final da cena, a criança está no meio dos dançarinos e levanta as mãos para o ar como se dizendo: “Eu renasço com o lado escuro”. Dessa forma assustadora e perturbadora, vamos trazer os atletas!
 

Mas… nos dias de hoje após 8 anos do acontecimento do evento, e depois de veres este vídeo, vais-te sentir também como um actor dentro de um filme cujo guião já havia sido escrito há vários anos, tu não sabias o texto, mas estás a aceitar e estás também a desempenhar bem o papel que alguém te incumbiu de o fazeres…

Você acha que viu tudo?

Engano seu…

– A cerimónia se inicia com duas músicas: Nimrod (de Edward Elgar) e Jerusalem. Nimrod foi o rei da Babilónia, “a cidade dos homens”, do paganismo, da magia negra, segundo a Bíblia. O oposto de Babilónia seria Jerusalém, “a cidade de Deus”. Nimrod foi o primeiro ditador do mundo, opositor de Deus. Ele construiu a Torre de Babel com objectivo de colocar o povo sob um único governo. Mas Deus evitou que isso acontecesse confundindo as línguas dos cidadãos.

– Corroborando o carácter pagão desta primeira parte, Babilónia, vemos a dança do mastro, que na verdade é um antigo ritual pagão de fertilidade. O mastro representa o órgão sexual masculino, os laços representam o órgão feminino e a guirlanda no topo representa a virgindade da deusa.

– A segunda parte começa ao som do hino Jerusalém. Sua letra é um poema de William Blake, escrito como parte de uma colecção chamada Livros Proféticos. Este poema, que dá letra à música, fala sobre a volta de Jesus para criar uma nova Jerusalém (metáfora para Paraíso) na Inglaterra, em contraste com os “escuros moinhos satânicos” da Revolução Industrial.

Caliban

– Ainda na parte Jerusalem, ouvimos falas do personagem Caliban, de A Tempestade, última peça de Shakespeare. Na peça, Caliban, um monstro humano que não tem forma humana, vira escravo de Prospero, depois que este ocupa a ilha que habitava. Na cerimónia, Prospero é a figura gigante com a varinha. Esta peça tem inúmeros paralelos com o mais famoso trabalho ocultista de Francis Bacon, Nova Atlântida, e basicamente fala sobre sociedades subjugadas a uma elite que detém poderes ocultos.

Prospero

– Os britânicos são convidados a participar do trabalho número 1197 (11/9 ou 7/7 ou 1+1+9+7=9, número bem conhecido), em que devem tocar seus sinos por todo o país em determinado horário. Em rituais pagãos, os sinos são usados para indicar o início de uma celebração, para purificação do espaço e para invocação de espíritos. Pois bem, o ritual dos sinos foi marcado para as 8h12. Horário estranho? Especula-se que poderia ser uma referência a 8/12 (ou 12 de Agosto), data do encerramento das Olimpíadas. A outra vez em que um sino foi usado para uma cerimónia de abertura das Olimpíadas foi em 1936, nos jogos de Berlim, na Alemanha nazista. O sino de 2012 pesa 27 toneladas e foi produzido para uma cerimónia que custou 27 milhões de libras, que aconteceu em 27 de Julho (2+7=9). O sino possui a inscrição “Não tenhas medo. A ilha é cheia de ruídos”, frase dita por Caliban em A Tempestade.

– O desejo da criação de um governo único estaria representado pela fundição dos cinco anéis que representam os cinco continentes. Vemos, ainda, circundando o Estádio Olímpico, pirâmides com o topo separado (que abriga o Olho que Tudo Vê), outro importante símbolo maçónico, representando a sabedoria secreta dos “Iluminados”. Foram 13 “olhos”, representando as 13 linhagens reais que governam o mundo. Olhos que tudo vêem, vendo o desenrolar da história moderna encenada no estádio: da vida no campo, passando pela revolução industrial, a emancipação das mulheres, até a era digital.

– Estranhíssima foi a parte que representava o National Health System (Sistema Nacional de Saúde). O que vimos parecia uma criança sendo sacrificada em adoração a uma entidade gigante. Uma referência aos rituais da Bohemian Grove, em que a efígie de uma criança é sacrificada em adoração a Molech. Tudo em meio a personagens “bruxos” da literatura infantil, como Voldemort, Mary Poppins, Rainha de Copas. E também os vilões Capitão Gancho, Cruella De Vil (Devil). Vemos ainda crianças em camas de hospitais ao som de Tubular Bells, (olha os sinos aí de novo) de Mike Oldfield, música que foi trilha do filme “O Exorcista” (que mostra uma criança demonizada em uma cama). Oi?

– E por que o chão do estádio apareceu cheio de símbolos de runas (forma de adivinhação pagã) na queima das tochas?

– Sobre os símbolos das Olimpíadas de Londres 2012, podemos dizer o seguinte: o Irã emitiu uma reclamação oficial ao COI, afirmando que o logo London 2012 seria a palavra “Zion”, ou seja, Sion. Durante o reinado de David, Sion era sinónimo de Jerusalém. Sionismo, para quem não sabe, é um movimento político para estabelecer o o Estado de Israel na Palestina e uma Nova Jerusalém, ou uma Nova Ordem Mundial. Muitos especialistas em design e logotipia concordam com o Irã. Uma coisa que nos deixa com a pulga atrás da orelha, realmente, é este ponto, que seria o pingo do “i”. Para que ele serve no logotipo?

Pois bem, o logo seria uma celebração de Israel, estado criado em 1948, mesmo ano das últimas Olimpíadas de Londres. Wolff Olins, a consultoria de marca por trás da criação do logo seria ainda sionista. O que é comprovado é que ela pertence a judeus, e o logotipo custou 400.000 libras.

– Uma curiosidade: a esposa de Gordon Brown (primeiro-ministro britânico na época da criação do logo) começou sua carreira na Wolff Olins. Outra: o logo seria uma cópia descarada de uma obra do famoso arquitecto Daniel Libeskind. Esta obra é o Jewish Museum, em Berlim, e pela vista aérea capturada pelo Google Maps podemos ver que sua arquitectura também remete à palavra Zion. E mais: Daniel Libeskind é o designer da One World Trade Center, a torre principal do novo complexo World Trade Center em Nova York, construído no mesmo local daquele que foi derrubado (ou demolido) em 2001.

As apresentações musicais começaram com uma música específica, de John Lennon, “Imagine”, e um verso específico dele – que foi considerado, por alguns observadores, como sendo um pouco fora do contexto na cerimónia olímpica.
 
Como que para enfatizar as palavras ditas nesse versículo, John Lennon foi mostrado cantando.  
 
 
Imagine não haver países
Não é difícil de fazer
Nada para matar ou morrer
E nenhuma religião também
Imagine todas as pessoas vivendo a vida em paz
 
Você, você pode dizer
Eu sou um sonhador, mas eu não sou o único
Eu espero que algum dia você se junte a nós
E o mundo será como um só
 
Imagine que não há posses
Pergunto-me se você puder
Nenhuma necessidade de ganância ou fome
Uma irmandade de homens
Imagine todas as pessoas compartilhando todo o mundo
 
Sob o palco que representa todos os países se “unindo como um”, as crianças cantam “Imagine”.
 
No contexto dos Jogos Olímpicos, onde as pessoas vêm de todos os países e todas as religiões, esse verso fico um pouco fora de contexto.
Mais importante, nenhum país, sem religiões, sem posses e “um mundo como um” é uma boa maneira para descrever o sistema socialista mundial que elite está tentando criar com a Nova Ordem Mundial.
Será que Lennon estava imaginando um grupo secreto de políticos, banqueiros e outros… criando o seu mundo perfeito? Provavelmente não.
Mas quando você for morto por um bode-expiatório MK-Ultra, a elite pode muito bem fazer o que quer com seu trabalho e imagem.

Muitas conexões, não?

E em jeito de despedida…

– E os mascotes? Wenlock e Mandeville possuem, cada um, um Olho que Tudo Vê, símbolo bastante usado na maçonaria.

Wenlock Mandeville
We-nlock man-devile
We unlock man devil

Mas… como alguns dizem… tudo isso pode ser apenas Teoria da Mera Coincidência ou da Conspiração…

Será??!! Você acha?

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